segunda-feira, 11 de abril de 2016

COMPETITIVO E QUALIFICADO BOCAL DE OURO APRESENTA SEUs CAMPEÕES


COMPETITIVO E QUALIFICADO

BOCAL DE OURO

APRESENTA SEUS CAMPEÕES


Uma grande vitória para a raça. É a melhor definição para a 17ª edição do Bocal de Ouro. E não havia forma mais satisfatória de dar a largada nas classificatórias brasileiras ao Freio de Ouro 2016. O que se viu no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS, entre os dias 7 e 10 de abril foi a confirmação de que a seleção da raça continua evoluindo ano a ano. Neste, foi a vez de coroar mais duas grandes promessas, Guria Bragada 181 da Vendramin e Estilhaço do Caçador, em meio a um grupo qualificado e que também merece toda atenção daqui para a frente. Daqui, dezesseis animais saem classificados para a Final do Freio de Ouro.
 O proprietário da Estância Vendramin, Aldo Vendramin, ressalta a importância de vencer mais um Bocal de Ouro, principalmente pela competição deste ano ter sido muito disputada e emocionante. Com relação à égua vencedora, afirma que deposita muita confiança nela, com uma expectativa enorme para o Freio de Ouro. "Já temos hoje quatro animais classificados para um Freio, o que não é fácil, mas é um trabalho que está dando certo", observa. 
 Muito emocionado, o proprietário da cabanha Caçador, Sandoval Caramori, salienta que é um apaixonado por cavalo. Afirma que criar um animal desde pequeno e ter uma sequência de crescimento de vida para chegar a um prêmio é gratificante. "Como é a primeira vez que estou com um cavalo da minha marca, minha criação, é uma emoção muito grande", garante o dono do garanhão Bocal de Ouro.
 A condução acertada e experiente de dois ginetes também teve sua contribuição nas conquistas. Nas fêmeas, o comando da vencedora esteve nas mãos de Antonieto Rosa, enquanto Daniel Wairich Marim Teixeira foi o responsável por levar o garanhão campeão à pista. Além de muito elogiados pelos proprietários que depositaram a confiança no trabalho dos treinadores, os dois foram agraciados com o prêmio de Ginete Destaque em suas respectivas categorias.
 Estreantes confirmam qualidade e competitividade
O equilíbrio em qualidade, que garantiu uma disputa com alternância de posições do início ao fim, foi exaltado com a fala do jurado responsável por avaliar as fêmeas, Jorge Aginelo do Nascimento. “Podemos dizer que as posições finais não foram assim tão determinantes, já que qualquer uma das três éguas tinha potencial para chegar na frente. Tem que se decidir quem ganha, e aqui foi no detalhe”, comenta o avaliador que teve a parceria de Lauro Varela Martins e Rodrigo Diaz de Vivar no levantar de placas da categoria.
 O jurado da divisão dos machos, Leandro Amaral, destaca também que os vencedores tiveram que correr atrás das médias em busca das primeiras posições, principalmente nas etapas em que precisaram provar a sua funcionalidade. “Nesta prova, muito acirrada, a nota morfológica não chegou a influenciar o resultado final”, observa. Amaral compôs o trio formado também por Fábio Muricy Camargo e Telmo Raimundi Ferreira.
O desempenho também impressionou a organizaçã, que inclusive já havia confirmado sua expectativa por bons candidatos no evento, aumentando neste ciclo o número de vagas na final da modalidade preenchidas pelos competidores da decisão de inéditos. Para o vice-presidente de Eventos da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Luís Rodolfo Machado, o alto nível deste Bocal de Ouro mostra que o cavalo Crioulo está no caminho certo, sempre evoluindo e apresentando cada vez mais animais jovens e competitivos. "Com as médias alcançadas até o décimo-terceiro lugar, acima de 18 pontos, o que é uma pontuação alta, credencia que tenhamos um excelente Freio de Ouro", sinaliza.  
 A seletiva
No total, 92 exemplares - 44 fêmeas e 48 machos – iniciaram a competição. O Bocal de Ouro contou com transmissão de todas as etapas ao vivo pelo A organização é da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). O acompanhamento técnico da seletiva é de Manoel Pons, supervisor credenciado à entidade.
 O circuito do Freio de Ouro 2016 conta com o patrocínio de Ipiranga, Massey Ferguson e Ford. O apoio é da Supra.

CONFIRA O RESULTADO:
 FÊMEAS
Bocal de Ouro
Guria Bragada 181 da Vendramin, filha de Macanudo do Itapororó e As Malke Mimosa; criador e expositor Aldo Vendramin, Estância Vendramin, Palmeira/PR
Ginete: Antonieto Rosa. Nota: 20,420
 Bocal de Prata
Hija de La Margarida da Matarazzo, filha de Xingú Ibiá e Entonada de Santa Margarida; criador e expositor Jayme Monjardim Matarazzo, Cabanha Villa Matarazzo, Amparo/SP
Ginete: Daniel Waihrich Marim Teixeira. Nota: 20,389
 Bocal de Bronze
Querência da Boa Vista, filha de Chicão de Santa Odessa e Palmas de Peñaflor Estampa; criador Fazenda Boa Vista e expositor Fábio Camargo, Cabanha Boa Vista, Vacaria/RS
Ginete: Fábio Teixeira da Silveira. Nota: 20,230
 MACHOS
Bocal de Ouro
Estilhaço do Caçador, filho de Santa Elba Señuelo e Ofélia do Purunã; criador e expositor Sandoval Caramori, Cabanha Caçador, Água Doce/SC
Ginete: Daniel Waihrich Marim Teixeira. Nota: 20,873
 Bocal de Prata
Guapuruma Mate Amargo, filho de Campana Guasquero e Única do Igiquiquá; criador André Luiz Narciso Rosa e expositores André Luiz Narciso Rosa e Onécio Prado Junior, Estância Guapuruma e Estância Tamareira, Navegantes/SC e Santa Rita do Passa Quatro/SP
Ginete: Cezar Augusto Schell Freire. Nota: 20,670
 Bocal de Bronze
La Castellana El Chasque, filho de Charque Inocencio e Mañanero Vendimia; criador Marcelo Amaral Moraes e expositores Felipe Caccia Maciel, Rodrigo Kohl e Arilei Ribeiro Mendes, Condomínio El Chasque, Camaquã/RS
Ginete: Daniel Waihrich Marim Teixeira. Nota: 20,379

Redator: Francine Neuschrank/ABCCC e Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
Imagem: Fagner Almeida.


quinta-feira, 7 de abril de 2016

SISTEMA FARSUL DIVULGA LEVANTAMENTO DAS EXPORTAÇÕES DE FEVEREIRO





SISTEMA FARSUL DIVULGA LEVANTAMENTO

DAS EXPORTAÇÕES DE FEVEREIRO


A Assessoria Econômica do Sistema Farsul divulgou o Relatório de Comércio Exterior do Agronegócio do RS do mês de fevereiro de 2016. O levantamento aponta o setor como responsável por 61,9% das exportações do estado. O total comercializado pelo agronegócio foi de US$ 531 milhões, fechando sua Balança Comercial com um resultado de US$ 456 milhões.
O resultado representou uma queda de 1,66% na comparação com fevereiro de 2015, muito em função dos números relacionados ao Trigo, que no ano passado registrou exportação acima da média. "O Trigo foi responsável por mais da metade das exportações do RS em fevereiro de 2015, por isso a base de comparação não é muito justa. As exportações foram melhores distribuídas neste ano, com crescimento em quase todos os produtos", afirma Antônio da Luz, economista-chefe do Sistema Farsul. Carnes (5,6%), Arroz (7,6%), Fumo (10,3%) e setor Lácteo (16,8%) foram alguns dos grupos que registraram crescimento.
Em comparação com o mês de janeiro/2016, houve um aumento de 5,5% no valor exportado, de US$ 503 milhões para US$ 531 milhões. Entre janeiro e fevereiro deste ano, o Rio Grande do Sul exportou US$ 1,035 bilhão em mercadorias do agronegócio, queda de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume exportado foi de 1,543 milhões de toneladas, queda de 18,9% em relação a 2015.
A China aparece como o principal parceiro comercial das exportações do RS em fevereiro, com US$ 75 milhões, ou seja, 14,2% do total. Na sequência aparecem Estados Unidos, com US$ 59 milhões, e Rússia, 


AGRONEGÓCIO REPRESENTA UM TERÇO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE



AGRONEGÓCIO REPRESENTA

 UM TERÇO DAS EXPORTAÇÕES 

BRASILEIRAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE


Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), na última sexta-feira (1/4), mostram que, no primeiro trimestre de 2016, o Brasil obteve superávit de US$ 8,4 bilhões na balança comercial, aumento de US$ 13,9 bilhões em relação ao déficit apresentado no mesmo período do ano passado.
Esse resultado está relacionado à queda de 33,4% das importações, que somaram US$ 32,2 bilhões no período, mas também à retração de 5,1% nas exportações, que chegaram a US$ 40,6 bilhões no primeiro trimestre de 2016. Foi a menor corrente de comércio para o período, desde 2010, US$ 72,8 bilhões, queda de 20,1%, em relação ao mesmo trimestre de 2015, demonstrando desaceleração no comércio brasileiro.
No primeiro trimestre de 2016, os 10 principais produtos exportados renderam ao Brasil US$ 17,4 bilhões, 42,8% do valor total. Dentre esses, oito são do agronegócio. Juntos, esses itens tiveram vendas externas de US$ 13,4 bilhões e participação de 33,1% nas exportações totais brasileiras. Assim, a balança comercial do primeiro trimestre contou com expressiva contribuição dos produtos agropecuários, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
No período, os destaques do agronegócio nas exportações foram: soja em grão, com US$ 3,8 bilhões (crescimento de 46,1%), aparecendo como o principal produto nos embarques totais do Brasil; milho em grão, que teve receita de US$ 2,0 bilhões (crescimento de 110,7%), sendo 3º colocado na pauta; celulose, com vendas de US$ 1,5 bilhão ( crescimento de 13,4%) em 5º lugar na lista, e carne bovina, com US$ 1,1 bilhão ( crescimento de 11,4%) na 10ª posição. Para esses produtos, houve crescimento no valor exportado na comparação com o primeiro trimestre de 2015.
A expectativa do mercado para 2016 é a continuidade de um Real desvalorizado em relação ao dólar, o que contribui para a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.
O aquecimento das exportações de carne bovina no primeiro trimestre de 2016 está relacionado à elevação dos preços da proteína no mercado doméstico, que diminui a demanda interna pelo produto e ao fator câmbio, incentivando as exportações. No ano, o indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa - estado de São Paulo - subiu 5,8%, encerrando o mês de março em US$ 43,8 por arroba.

A reabertura de mercados – China, Arábia Saudita e Irã – para carne bovina brasileira in natura, ocorrida em 2015, também estimula as vendas externas do produto. Outros fatores devem continuar a impulsionar as exportações de carne bovina em 2016.
No início deste ano, foram habilitados mais cinco frigoríficos de carne bovina para exportação para a China, totalizando 16 frigoríficos. Segundo o Rabobank, em 2015, a China aumentou em 60% suas importações totais de carne bovina, que alcançaram 473 mil toneladas.
Os números mostram que, apesar da desaceleração econômica chinesa, este seguirá sendo um potencial mercado para essa proteína em 2016, uma oportunidade que deve ser explorada pelos produtores agropecuários brasileiros. Outro fato bastante aguardado pelo Brasil para alavancar as exportações de carne bovina é a expectativa de abertura do mercado norte-americano, que deve ocorrer ainda no primeiro semestre desse ano.

COLHEITA DOS GRÃOS DE VERÃO REVELA BOAS PRODUTIVIDADES




COLHEITA DOS GRÃOS DE VERÃO

 REVELA BOAS PRODUTIVIDADES


Apesar do pequeno avanço na colheita da soja, que chegou aos 25% da área cultiva no Rio Grande do Sul, as produtividades alcançadas com o grão confirmam as expectativas iniciais para os produtores gaúchos, que têm obtido 3 mil quilos (50 sacas) de soja por hectare. De acordo com o Informativo Conjuntural, elaborado pela Emater/RS-Ascar, isso ocorre porque as chuvas dos últimos períodos, ao mesmo tempo que prejudicaram a maturação do grão, propiciaram a recuperação das plantas que apresentavam desenvolvimento desuniforme. Assim, as produtividades da soja hoje no Estado mantêm bons níveis, variando entre 30 e 85 sacas (de 60 kg) por hectare colhido, destaca o diretor técnico da Instituição, Lino Moura.

No milho, a colheita está lenta, devido ao deslocamento das máquinas e de estruturas de beneficiamento para as lavouras de soja. Mesmo assim, alcança o percentual de 68% da área plantada. Nas demais áreas, seguem os trabalhos de monitoramento de pragas e moléstias, além do controle de invasoras. O clima chuvoso e as temperaturas amenas beneficiam as lavouras de milho plantadas tardiamente, que apresentam bom padrão, expressando o mesmo potencial produtivo daquelas semeadas no período recomendado.

A colheita do feijão na última região a colher no RS, os Campos de Cima da Serra, prossegue, confirmando a expectativa de boa safra e boa qualidade de grãos, com rendimentos médios de 2.400 kg/ha. A safrinha também ocorre em bom ritmo no Estado, com a semeadura quase no final. A cultura evolui com muito bom desenvolvimento, apresentando baixa incidência de doenças e com áreas evoluindo rapidamente para o estádio reprodutivo.

A colheita do arroz foi interrompida em várias regiões produtoras pelas chuvas intensas ocorridas durante o período de Páscoa. Nesse sentido, a região Sul (Pelotas e municípios próximos) foi a mais prejudicada. Algumas áreas sofreram inundação, o que paralisou a colheita. Atualmente, a área de arroz colhida no Estado alcança 34%, índice muito abaixo da média dos últimos anos, que seria algo em torno de 60%. Já as produtividades médias seguem em níveis satisfatórios, ficando entre 7,5 mil e 8 mil kg/ha, dependendo da região.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues
51-2125-3107
51-9918-6934
imprensa@emater.tche.br

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

CASE É ELEITA A MELHOR MARCA DE MÁQUINAS DE 2015


CASE É ELEITA A MELHOR
MARCA DE MÁQUINAS DE 2015

A Case Construction Equipment é a vencedora do Prêmio AutoData 2015, um dos mais disputados da indústria automotiva no país. A marca foi escolhida a melhor empresa na categoria “Montadora de Máquinas Agrícolas e de Construção”, concorrendo com outras fabricantes.
Roque Reis, vice-presidente da CASE para a América Latina, recebeu o prêmio ontem, 25 de novembro, em evento promovido pela editora em São Paulo, diante de uma plateia com centenas de executivos e empresários do segmento automotivo nacional.
“Esse prêmio é um reconhecimento pela história que a CASE construiu no Brasil, onde está presente há mais de 90 anos, e onde começou a produzir há meio século. Somos uma marca consolidada, que conhece bem o Brasil e está preparada para atender a todos os segmentos que utilizam as máquinas de construção”, afirmou Reis.
O portfólio de produtos da CASE cresceu mais de 170% nos últimos nove anos e é composto hoje por 33 modelos em oito linhas. A penetração da marca no agronegócio também tem aumentado anualmente e hoje representa 10% das vendas totais. As máquinas de construção têm papel importante no setor, sendo indispensáveis para a manutenção das unidades, abertura de estradas para escoamento da produção e também nos sistemas produtivos.
O Prêmio AutoData, realizado há 16 anos pela AutoData Editora, elege e reconhece publicamente empresas, produtos e personalidades que se destacam no setor automotivo brasileiro, segundo a avaliação de especialistas e executivos que atuam no segmento. A cada ano, os casos de sucesso são monitorados, avaliados e selecionados pelos jornalistas que compõem o corpo editorial.
A escolha dos vencedores é feita por meio do voto direto dos assinantes da revista, da Agência AutoData de Notícias e participantes do Congresso AutoData Perspectivas, realizado anualmente em outubro. Em 2015, 51 marcas e empresas concorreram em 21 categorias.
Case Construction Equipment – comercializa e dá suporte a uma linha completa de equipamentos de construção ao redor do mundo, incluindo a primeira retroescavadeira fabricada, escavadeiras hidráulicas, motoniveladoras, pás carregadeiras, rolos compactadores vibratórios, tratores de esteiras, minicarregadeiras, carregadeiras de esteiras compactas e empilhadeiras. Através dos revendedores CASE, os clientes têm acesso a um verdadeiro parceiro profissional com equipamentos de classe mundial e suporte de pós-venda, garantias líderes de mercado e financiamento flexível.
A CASE é uma marca da CNH industrial NV, líder mundial em bens de capital listada na New York Stock Exchange (NYSE: CNHI) e no Mercato Telematico Azionario da Borsa Italiana (MI: CNHI). Mais informações sobre a CNH industrial podem ser encontradas online em www.cnhind.com.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

AUMENTA PRODUÇÃO DE ERVA-MATE EM 2014, APONTA IBGE




AUMENTA PRODUÇÃO DE ERVA-MATE
EM 2014, APONTA  IBGE

Pesquisa mostrou alta de 11%, atingindo 333 mil toneladas

Denominada Produção da Extração Vegetal e Silvicultura (Pevs) 2014, pesquisa mostrou que a produção da erva-mate apresentou, em 2014, pelo segundo ano consecutivo, o maior crescimento entre os produtos do extrativismo, em termos absolutos, mais 32,9 mil toneladas (11%), atingindo 333 mil toneladas. A erva-mate nativa ocorre em apenas quatro unidades da federação, sendo o maior produtor o Paraná, responsável por 86,3% da produção nacional. Santa Catarina (7,6%) e Rio Grande do Sul (6,1%) completam a lista dos principais produtores. Entre os 20 maiores municípios produtores, apenas dois são do Rio Grande do Sul: Fontoura Xavier e São José do Herval. Os demais são paranaenses, sendo São Mateus do Sul, Cruz Machado e Bituruna os principais produtores.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

CNA E ABHB FIRMAM ACORDO DE COOPERAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO HEREFORD E BRAFORD NA FARSUL


CNA E ABHB FIRMAM ACORDO DE COOPERAÇÃO

PARA CERTIFICAÇÃO HEREFORD E BRAFORD NA FARSUL

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) oficializaram, na tarde desta segunda-feira (09/11), na sede da Farsul, o acordo de cooperação entre as entidades que viabiliza o funcionamento dos Protocolos de Adesão Voluntária Carne Certificada Hereford e Carne Certificada Braford, pertencentes ao Programa Carne Pampa da ABHB, na Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA – MAPA). O evento contou com a presença do presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, do coordenador técnico da CNA, Og Arão Rubert, do presidente da ABHB, Luciano Terra, além de representantes de diversas entidades ligadas ao setor e produtores de Hereford e Braford.

O evento contou com a abertura do coordenador dos Protocolos de Rastreabilidade do Instituto CNA, Juliano Hoffmann, que esclareceu dúvidas sobre a Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) e seus diferentes módulos. Desde o dia 28 de agosto deste ano, as novas regras derotulagem para denominação de raças bovinas nas carnes brasileiras estão em vigor com o objetivo de garantir mais segurança e transparência ao consumidor e permitir a ampliação e conquista de mercados internacionais. O protocolo foi assinado pelos representantes das entidades envolvidas e passa a valer a partir de hoje. 
“A Certificação Hereford e Braford integra o sistema de certificação oficial do Brasil. Ficamos agradecidos a todos que apoiaram a ABHB nessa jornada. Esse protocolo de cooperação nos dará a oportunidade de buscarmos uma diferenciação no mercado, mostrando toda a qualidade das raças Hereford e Braford”, disse Luciano Terra, presidente ABHB.  

O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, reforçou a parceria da Federação com diferentes entidades para o desenvolvimento da pecuária no Rio Grande do Sul. “Tenho uma alegria muito grande de ver a concretização desse protocolo de cooperação entre as raças Hereford e Braford e a CNA. Esse é mais um passo importante para continuarmos desenvolvendo a pecuária de corte no nosso Estado”, disse.

O vice-presidente da Farsul, Gedeão Silveira Pereira, reforçou a importância dos programas de certificação em desenvolvimento no país. “As associações de criadores tomaram para si essa bandeira de qualificação e padronização dos exemplares para pecuária de corte, e os resultados já podem ser vistos pelos campos do Estado. Os programas de certificação são de fundamental importância para ajudar nessa caminhada, para que a evolução seja ainda mais rápida”.   

O que são os Protocolos de Sistemas de Rastreabilidade de Adesão Voluntária:

O MAPA é a instituição oficial brasileira responsável por fiscalizar a identificação e certificação dos rebanhos nacionais de bovinos e bubalinos das propriedades participantes dos protocolos dos sistemas de rastreabilidade de adesão voluntária, que estabelecem um conjunto de regras e procedimentos cujas garantias são utilizadas como base para a certificação oficial brasileira de produtos cárneos.

Cabe, por lei, à CNA, a gestão dos protocolos de adesão voluntária, que visem embasar a certificação oficial brasileira, sendo necessário que a empresa interessada em fazer menção à raça bovina nos rótulos de seus produtos comerciais tenha protocolo aprovado entre a CNA e a respectiva associação representativa da raça no Brasil. Os protocolos firmados indicam as garantias que serão repassadas ao Serviço de Inspeção, que autorizará a menção de Carcaças das raças Hereford e Braford na rotulagem das empresas que cumpram os requisitos constantes nos protocolos.
Fonte: Imprensa Sistema Farsul

EXPOFEIRA INAUGURA COM BOM PÚBLICO E PROMETE BONS NEGÓCIOS AOS RURALISTAS


EXPOFEIRA INAUGURA COM  BOM PÚBLICO

E PROMETE BONS NEGÓCIOS AOS RURALISTAS

Nesta quinta, a entrada da Feira é apenas 1kg de alimento

O Parque de Exposições Filinto Eládio da Silveira esteve movimentado na tarde desta quarta (11). Um grande número de pessoas prestigiou o primeiro dia da 41ª Exposição Agropastoril, Industrial, Comercial e Cultural do Rio Grande – Expofeira – que segue até a próxima segunda (16) e promete aliar bons negócios, gastronomia e atrações especiais, como o 3º Festival Semente da Canção Nativa e o show de Pedro Ortaça.
Segundo o presidente do sindicato rural, Joel de Ávila – em seu 6º ano à frente da Expofeira – esta edição chega em um clima de otimismo, e a expectativa é de bons negócios, mesmo em tempos de crise, “estamos bem otimistas, Rio Grande é uma cidade muito boa de negócios, todos os expositores, que vem para a feira, sempre retornam. Esperamos um crescimento de 20 a 30% nos negócios, durante a feira”, disse.
Na manhã de ontem, aconteceu a 5ª Prova de Potros do Rio Grande e, durante a tarde, o exame de admissão e pesagem da 11ª Ranqueada da Raça Aberdeen Angus, e, à noite, a premiação da Prova Potros do Rio Grande.
Ainda na noite desta quarta, outra atração, que movimenta a Expofeira, aconteceu, o 6º Leilão de Potros do Rio Grande, o evento teve início às 21h e, de acordo com o organizador, Santiago Macedo, foram 59 potros participantes do remate, e a expectativa era de ótimos negócios.
A 41ª edição da Feira conta ainda com remate de gado geral, exposição de gado leiteiro e de corte, aves e ovinos. Além de atividades artísticas como gineteadas e shows. O ingresso da Feira custa R$ 5, com exceção do dia desta quinta (12) que custa apenas 1Kg de alimento não perecível, o qual será encaminhado às famílias atingidas pelas chuvas.

Cavalos Crioulos
Nesta quinta-feira (12), acontece a entrada dos animais da Exposição e Credenciadora Mista e, também, a admissão de animais à Exposição Morfológica da Raça Crioula. Na sexta (13), tem início a admissão da Credenciadora ao Freio de Ouro, no sábado (14) inicia a Morfológica da Credenciadora ao Freio de Ouro e as provas de mangueira e campo da Credenciadora e Freio Jovem.
No domingo (15) às 9h, acontece a prova de Mangueira, Fase Final do Freio Jovem e Credenciadora ao Freio de Ouro, e sua respectiva entrega de prêmios e se encerram as gineteadas em equinos.
O presidente do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) da cidade, Luiz Carlos Carvalho Jr, disse estar otimista sobre os resultados. “No primeiro dia, já tem um ótimo movimento. Acredito que vai ser muito boa a Feira. Serão cerca de 150 cavalos crioulos nos 4 dias”, comenta.

Mais da Programação
Às 9h da manhã desta quinta (12), acontece o julgamento da 11ª Ranqueada da raça Aberdeen Angus, no Parque de Exposições, e, ao mesmo tempo na Câmara do Comércio, acontece a palestra “Exportação e Comércio de arroz, com o diretor comercial do Irga, Tiago Barata, e o superintendente do Porto do Rio Grande, Janir Branco.
O destaque de sexta-feira (13) fica para o Coquetel e entrega de prêmios da Exposição Morfológica da Raça Crioula e Leilão de Coberturas.
Às 19h desta quinta-feira, acontece o Remate 13º Angus Grande do Sul, e, no mesmo horário, o show fica por conta de Marcos Araújo, já, às 20h, inicia o 3ª Festival Semente da Canção Nativa e, às 21h, quem se apresenta é Marcelo Caminha.
Na sexta (13), segue a Semente da Canção Nativa, e os shows são de Alexandre Taveira, Cristiano Quevedo e Erlon Péricles. Pedro Ortaça sobe ao palco, pela primeira vez, em Rio Grande, no sábado, às 22h.


Por Esther Louro
esther@jornalagora.com.br



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

SUPERMERCADOS PROJETAM CRESCIMENTO DE 1,2% NAS VENDAS DE NATAL E ANO-NOVO


SUPERMERCADOS PROJETAM CRESCIMENTO DE 1,2%
NAS VENDAS DE NATAL E ANO-NOVO


Mesmo diante do cenário de instabilidade político-econômica no Estado e no Brasil, o setor supermercadista gaúcho projeta atingir, com a comercialização de produtos para as ceias de Natal e de Ano-Novo e de presentes de menor valor agregado, umcrescimento real de 1,25%nas vendas de fim de ano, na comparação com as festas do final do ano passado. Em valores nominais, o incremento nas vendas de Natal e Ano-Novo deverá ficar na casa dos 8,89%, segundo estudo encomendado pela Agas ao Instituto Methodus e divulgado nesta quinta-feira (5) pelo presidente Antônio Cesa Longo.

A pesquisa Natal e Ano-Novo na perspectiva de consumidores e supermercadistas ouviu 200 consumidores de 18 a 70 anos de diferentes classes sociais, entre 1 e 3 de outubro, e 20 diretores de empresas do setor de todos os tamanhos e regiões do Estado. Conforme Longo, o endividamento dos consumidores fará com que, neste ano, a tendência seja de busca por presentes menores e de mais gaúchos pagando as compras das festas à vista.

De acordo com o levantamento do Instituto Methodus, ainda que 46% dos consumidores pretendam gastar menos neste fim de ano do que no mesmo período do ano passado, o setor supermercadista aumentará, de 49,9% (2014) para 52,2% (2015), a participação média no total gasto pelos gaúchos em suas festas de fim de ano. "O supermercado permanece como terceira opção para compras de presentes, atrás de shoppings e lojas de rua, mas segue líder absoluto como local favorito para as compras de produtos para a ceia. Com o cenário de incerteza econômica, mais pessoas vão comemorar em casa com as famílias o Reveillón, o que alavancará as vendas do setor", projeta Longo. Segundo a pesquisa do Instituto Methodus, cada gaúcho projeta gastar em média R$ 315,22 em presentes e R$ 345,09 em produtos alimentícios, decoração e bebidas para as festas.

Lentilha supera espumante como "o produto que não pode faltar no Ano-Novo"



LENTILHA SUPERA ESPUMANTE COMO
 "O PRODUTO QUE NÃO PODE FALTAR NO ANO-NOVO"

Quando o assunto é a aquisição de alimentos e de bebidas para as festas, os supermercados assumem a liderança disparada da preferência dos gaúchos. A pesquisa do Instituto Methodus mostra que 93,7% dos consumidores pretendem compras produtos para as ceias de Natal e Ano-Novo nas lojas do segmento. Em uma questão de múltipla escolha, os entrevistados foram convidados a marcar os itens que irão certamente adquirir nas festas de fim de ano em supermercados. O grande líder de procura deverá ser o refrigerante.

Questionados sobre o que não pode faltar nas festas de fim de ano, os consumidores apontaram para diferentes produtos em cada celebração. O item mais lembrado do Natal segue sendo o peru, mas no Réveillon a lentilha superou, pela primeira vez, o espumante como item indispensável para os gaúchos:

O dado do estudo mais comemorado pelo presidente da Agas mostra que 96,6% dos gaúchos consideram possível a hipótese de comprarem tudo o que precisam para o Natal e o Ano-Novo somente nos supermercados, incluindo presentes e produtos para as festas. "Este será um Réveillon de comemorações com a família. A lei seca e a retração no poder de compra oportunizará mais festas em casa", prevê Longo. Além disso, o presidente estima que o aumento do endividamento e do desemprego, bem como os crescentes gastos com energia elétrica, combustíveis e inflação, acarretarão em menos viagens neste fim de ano. "O consumidor quer comemorar, mas está com os pés no chão e mais atento do que nunca. A oportunidade de perceber diariamente as mudanças nos anseios dos clientes é uma das razões pelas quais os supermercados vêm sendo menos afetados pela crise do que outros setores do varejo", observa Longo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

CONCURSO CULTURAL SUA FOTO NA REVISTA LAVOURA ARROZEIRA


CONCURSO CULTURAL

SUA FOTO NA REVISTA


LAVOURA

ARROZEIRA


QUEM PODE PARTICIPAR? Podem participar todos os interessados em divulgar as suas fotos na Revista Lavoura Arrozeira, independente de sua nacionalidade, que não sejam funcionários ou vinculados ao Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). 

REQUISITOS: Para participar, os interessados podem enviar até cinco fotos que retratem o dia a dia, a paisagem e as peculiaridades da Lavoura de Arroz. Deverão enviar as fotos para o email revista@irga.rs.gov.br até o dia 19 de novembro de 2015 nos formatos: JPEG, TIFF ou RAW, com no máximo 2.400x1.800 pixels e um 1MB de tamanho, além de resolução de 300 dpi. No email, além das fotos, o candidato deve colocar no corpo do email as seguintes informações: nome completo, data de nascimento, RG, endereço e telefone. Todas aquelas fotografias que não cumpram este requisito poderão ser recusadas pela organização. Para serem aceitas, as fotos não poderão conter imagens de nudez, violência ou gestos obscenos ou contrários à moral; bem como não poderão mostrar palavras de baixo calão, palavrões ou ofensas ao nome ou moral de qualquer pessoa. Igualmente, a imagem que demonstrar qualquer tipo de discriminação por conta de raça, cor, sexo, nacionalidade ou origem étnica, será desclassificada pela comissão de avaliação. As imagens que envolverem a exposição de pessoas, que não o participante, pressupõe que o participante providenciou a licença de uso por parte destes, não sendo do Irga a responsabilidade pelo uso destas imagens. O Irga poderá, a qualquer tempo, excluir do Concurso as fotos de pessoas públicas, sendo de responsabilidade do participante quaisquer consequências pelo uso indevido da imagem e demais combinações legais. Os participantes deverão autorizar a publicação das fotos selecionadas nas mídias do Irga, tais como: Revista Lavoura Arrozeira, site, mídias sociais, materiais impressos, etc. 

VOTAÇÃO: A escolha das melhores fotos se dará por meio de votação popular no Facebook institucional do Irga. As quatro fotos mais “curtidas”, serão as escolhidas, as quais serão avaliadas pela Comissão Julgadora, de acordo com os critérios estabelecidos neste Regulamento. 

CALENDÁRIO: O período de votações das obras começará às 14h, de 20 de novembro de 2015, e terminará no dia 27 de novembro de 2015, às 12h. A notificação das fotos selecionadas para a publicação na Revista Lavoura Arrozeira será feita no dia 27 de novembro de 2015, até às 17h30min. A Organização comunicará através de sua página na rede social, www.facebook.com/IrgaRS o nome dos ganhadores e entrará em contato pelo email: revista@irga.rs.gov.br.

AFTOSA : 98%DO REBANHO GAÚCHO JÁ FOI VACINADO


AFTOSA : 98%DO REBANHO

GAÚCHO JÁ FOI VACINADO

DURANTE O MÊS DE MAIO OCORREU À PRIMEIRA ETAPA DA VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA DE 2015, QUE TEVE COMO OBJETIVO IMUNIZAR 90% DOS BOVÍDEOS DO ESTADO. FORAM DECLARADAS PELOS PRODUTORES A VACINAÇÃO DE MAIS DE 13,7 MILHÕES DE ANIMAIS, REPRESENTANDO CERCA DE 98,67% DO REBANHO GAÚCHO.

Ao longo do período de imunização, servidores da Seap realizaram atividades para fiscalizar a vacinação em 12 mil estabelecimentos rurais, com um total de 532 mil animais, visando garantir a correta aplicação da vacina e, consequentemente, sua eficácia. Também foram realizadas 2355 fiscalizações nos mais de 400 estabelecimentos que comercializam a vacina contra a febre aftosa para verificação das condições de armazenamento do produto.
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul beneficiou 213 mil produtores rurais enquadrados nos critérios do Pronaf ou do Pecfam com a doação de vacinas, que representaram 62% da categoria e 2,3 milhões de animais.
Os dados do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seap) demonstram a preocupação dos produtores gaúchos em cumprir a determinação do Serviço Veterinário Oficial que exige a comprovação da vacinação dentro de prazos e condições estabelecidos em legislação.

(Diário da Manhã – Pelotas)

IRGA REALIZA LEVANTAMENTO DE PERDAS POR CAUSA DAS CHUVAS



IRGA REALIZA LEVANTAMENTO

DE PERDAS POR CAUSA DAS CHUVAS


A lavoura arrozeira gaúcha, que se encontra em plena época de semeadura na safra 2015/2016, já sente os efeitos das chuvas registradas nas últimas semanas em todo o Estado. Dos 286.986 hectares semeados até a última sexta-feira (23), 18.308 hectares ou 6,4%  foram atingidos pelas enchentes, com um replantio de 1.365 hectares ou 0,48% da área. De acordo com o Departamento Técnico do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), o restante da área atingida ainda está sob observação para avaliar a necessidade de replantio.
Nas últimas três semanas, a evolução da semeadura reduziu drasticamente em todas as regiões arrozeiras. De acordo com o último levantamento realizado pelo Departamento de Política Setorial do Irga, em 23 de outubro, a área semeada é de 286.986 hectares, 26,5% da área estimada.  As regiões que estão com o plantio mais atrasado são as Planícies Costeira Externa (PCE) e Interna (PCI) e a Depressão Central, que apresentam respectivamente 9,59%, 14,51% e 10,49% da área pretendida plantada. Pela média da evolução da semeadura dos últimos cinco anos, nesta mesma época, 46% da área já deveria estar semeada.
Na safra 2015/2016, os produtores gaúchos declararam uma intenção de plantio de 1.083.638 hectares. Eles têm ainda até o dia 10 de novembro para a implantação de sua lavoura, no período de semeadura considerado ideal pela pesquisa.  Entre os efeitos que devem ser sentidos pelos produtores em conseqüência das chuvas, o Departamento Técnico destaca o atraso na semeadura, perdas de áreas já plantadas e aumento de custos.
Da área que estava preparada e pronta para ser semeada foram atingidos 136.824 hectares. Nestas áreas, o produtor terá que arcar com as despesas para a sua recuperação, com um novo preparo e de remontagem das taipas. Além disso, deve enfrentar dificuldades com os tratos culturais nas áreas já semeadas. É importante destacar ainda, que em várias propriedades ocorreram ventos fortes e chuva de granizo, que danificaram telhados de casas e instalações rurais.

(Luciara Schneid IRGA)

EMBAIXADORA DE CUBA VISITA FARSUL


EMBAIXADORA DE CUBA VISITA FARSUL

A Farsul recebeu, nesta quinta-feira (29/10), a visita da embaixadora de Cuba no Brasil, Marielena Ruiz Capote, acompanhada pela consulesa Geral de Cuba no Brasil, Nelida Hernández Carmona, e do consul para Assuntos Comerciais de Cuba, Rene Capote Forzate. O encontro serviu para falar sobre novas oportunidades de mercado para o arroz e outros produtos neste momento em que Cuba começa a abrir as suas portas para a economia mundial e retomar as relações comerciais com os Estados Unidos. Também estavam presentes o secretário do Produtor Rural e Cooperativismo, Caio Rocha, diretores e assessores do Sistema Farsul e representantes da Federarroz, Fearroz, Irga, Abiarroz e Apex .


Cuba é hoje o principal importador de arroz do Brasil. Em 2014, adquiriu 104 mil toneladas do cereal, o equivalente a US$ 57 milhões, um volume expressivo comparado às 877 mil toneladas exportadas em todo o ano passado. Marielena afirmou que o país seguirá comprando o grão das agroindústrias brasileiras e que, ao mesmo tempo, conta com a parceria de conhecimento técnico e pesquisas para produção interna de alimentos. 

A embaixadora destacou o relacionamento de longa data entre Cuba e Rio Grande do Sul e a sua pretensão de fazer a representação do país mais presente no Estado. “O principal motivo de nossa visita é reafirmar a vontade de aproveitar as possibilidades e aprofundar o relacionamento comercial com o Rio Grande do Sul. Temos perspectivas de incremento no volume de compras de alimentos para abastecer o mercado interno e o turismo”, afirmou. 

Em relação a perspectiva de uma melhoria do relacionamento com EUA, ela explicou que o processo de normalização das relações será longo para superar os bloqueios econômico, comercial e financeiro e que em nada interferirá nas relações comerciais com outros países. “É importante seguirmos diversificando nossos parceiros estratégicos. No caso do Brasil, somos bons amigos, nunca vamos esquecer o apoio e a solidariedade do Brasil conosco. No caso específico do arroz, o país nunca deixou de nos abastecer”, afirmou. 

O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, sugeriu que as relações com Cuba no Brasil também podem ser intensificadas a partir de encontros em Brasília. “Quanto mais vocês nos conhecerem, mais terão confiança em nosso trabalho. Temos uma gama de produtos agrícolas e animais que podem ser interessantes para o País”, afirmou. O presidente aproveitou a oportunidade para também falar da pecuária gaúcha e a sua vocação de produzir carne de qualidade que também atende ao mercado de São Paulo. 

Durante a reunião, Marielena assistiu, atenta, a uma apresentação sobre o agronegócio do Estado e fez uma série de perguntas sobre pastagens, clima, competitividade, entre outras. “Foi uma oportunidade importante para debater temas de interesse dos países, uma vez que são os próprios representantes do governo os clientes que decidem e fazem as compras. Tivemos a oportunidade de falar sobre nossa produção e qualidade das lavouras e de fazer uma conversa envolvendo entidades que representam muito bem o setor,” afirmou Francisco Schardong, diretor da Federação, presidente da Câmara Setorial Nacional do Arroz do Ministério da Agricultura e presidente da Comissão do Arroz da Farsul.

(Site da Farsul)



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

VETERINÁRIOS GAÚCHOS COMPARTILHAM EXPERIÊNCIAS EM PORTUGAL E NA ROMÊNIA .




VETERINÁRIOS GAÚCHOS COMPARTILHAM 

EXPERIÊNCIAS  EM PORTUGAL E NA  ROMÊNIA . 

Os médicos veterinários Norma Centeno Rodrigues  e Luiz Alberto Ribeiro embarcam no dia 24 de outubro para Portugal  onde ao longo de três dias visitarão criações de ovinos e caprinos  mantendo encontro com profissionais da área daquele país. No dia 29 seguem para o Romênia onde também irão abordar temas ligados à sanidade ovina. Eles viajam a convite da Zoetis, que atua em aproximadamente 70 países, atuando em animais de produção e companhia. O objetivo é a transferência de conhecimento por parte dos dois profissionais brasileiros.
Além de criadores, Luiz Alberto atuou como professor da disciplina de Medicina de Ovinos da UFRGS, enquanto Norma exerceu suas atividades no Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamos, IPVDF, da FEPAGRO, na área de Patologia Animal. Ambos têm inúmeros trabalhos publicados na área de saúde animal, com doutorado também na área. É dele a autoria do livro Medicina de Ovinos, publicado em 2011.
Os profissionais brasileiros levarão para Portugal a sua experiência na prevenção e diagnostico de doenças que afetam os ovinos. Em Portugal, segundo o veterinário responsável pela área de ruminantes da Zoetis, Miguel Matos,  o tema de Bem-Estar animal a ser  abordado por Norma não é frequente e irá suscitar grande interesse nos veterinários locais. Inclusive pela ponte tão pragmática que enfatiza, entre os princípios do comportamento e a condução dos animais, o manejo e a doença, disse ele. A primeira parte da viagem será dedicada a visitas de várias explorações de pequenos ruminantes que pertencem a produtores. O foco será em  engordas intensivas de cordeiros. E ainda uma exploração de aptidão leiteira, de ovinos ou de caprinos.
Nestas visitas contribuirão com as suas experiências repassando e partilhando dicas para ajudarem os criadores a melhorarem o manejo, a saúde e a produção dos animais.
Na tarde do dia 27 de outubro a agenda assinala uma reunião com veterinários de uma região de criação extensiva de ovinos e caprinos. Essa região chama-se Campo Branco e localiza-se no interior do Sul de Portugal. Nessa reunião o Prof. Ribeiro fará uma apresentação sobre a sua experiência em medicina de rebanho de ovelhas e cabras, em extensivo. Já a veterinária Norma fará uma palestra sobre a relação manejo e bem-estar nestas espécies.
Na Romênia, os veterinários gaúchos irão visitar, no primeiro dia, criadores nas cercanias de Bucareste. E no dia 30, haverá um Seminário com a presença das associações de criadores de ovinos mais representativas daquele país. Na oportunidade as palestras serão sobre manejo, sanidade e bem-estar na ovinocultura. 

ANA SMIDT

REG PROF 4343

COLHEDORA DE CANA CASE IH GANHA PRÊMIO NACIONAL


COLHEDORA DE CANA

CASE IH GANHA PRÊMIO NACIONAL

A Case IH é a vencedora do Top List Rural 2015, pesquisa realizada pela Revista Rural, na categoria “Colhedora de Cana”. O prêmio, criado em 2001, elege por meio de votação as marcas e produtos que os agricultores mais admiram e confiam. A lista completa dos ganhadores será publicada na edição de novembro da revista.
Essa é a oitava vez consecutiva que a Case IH está no Top List da Revista Rural, recebendo o reconhecimento público pela qualidade das máquinas e implementos agrícolas que fabrica. “A pesquisa é feita com produtores rurais em todo o país e o resultado confirma o objetivo da marca, estar presente no dia a dia deles com soluções que oferecem mais produtividade no campo”, afirma Christian Gonzalez, diretor de Marketing da Case IH para a América Latina.   
Sobre a Case IH


A Case IH coloca a tecnologia ao alcance do homem do campo, oferecendo um sistema completo de produtos e serviços capazes de preparar o produtor rural para os desafios do seu dia a dia. Entre as soluções oferecidas pela marca, estão as colheitadeiras de grãos Axial-Flow, colhedoras de cana, café e algodão, além de tratores de todas as potências, pulverizadores autopropelidos e plantadeiras. Produtos que fazem da marca a melhor opção do plantio à colheita. Case IH é uma marca da CNH industrial.
A ABHB está disponibilizando uma grande oferta de sêmen com descontos especiais! 
Entre em contato e não perca essa oportunidade! 
(53) 3242-1332 / (53) 9900-6508


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

COLHEITA DO PÊSSEGO EM PELOTAS SAFRA 2015/2016




PRIMEIROS PÊSSEGOS 

SERÃO SÓ PARA A INDÚSTRIA


Castigadas pelas condições climáticas, frutas não têm aparência nem sabor para in natura
A indústria de doces começa a processar as primeiras colheitas da safra de pêssegos 2015/2016. O que está sendo colhido agora só deverá ser aproveitado para conservas em calda. Isso porque a falta de frio durante o inverno antecipou a colheita em 15 dias e o granizo machucou os frutos, prejudicando a aparência para venda in natura.
Além disso, o longo período de chuvas e nebulosidade no início da primavera não deu condições da fruta alcançar coloração e sabor agradáveis, que são proporcionados pelo sol.
Para a indústria de doces e conservas esse começo de safra é um dos piores dos últimos dez anos. Nesse período, se caminhou com o objetivo de conquistar a confiança do mercado interno com melhoria da qualidade dos doces, que representam mais de 90% do abastecimento nacional.
Agora as cultivares mais precoces, como exemplo a Bonão, estão com muitos machucados causados pela chuva de granizo do início de setembro. Cerca de 11% dos pomares da principal região produtora foram atingidos.
Os frutos que estão maduros, quando descascados e partidos, mostram aproveitamento de apenas 35% da fruta, tirando os pedaços com feridas e danos. Na fábrica Crochemore, no 7º Distrito, as atividades iniciaram nesta sexta-feira e a expectativa é de que estes primeiros frutos só sejam aproveitados para conservas em fatias ou doces como pessegada e schmier.
“Temos que pensar no futuro, são muitos anos (150) que construímos essa história ligada ao município de Pelotas, não podemos esmorecer a relação do produtor com a indústria”, ressalta o presidente do Sindicato da Indústria de Doces e Conservas Alimentícias de Pelotas (Sindocopel), Paulo Crochemore.
A indústria se diz passar por uma ano de aperto. Mesmo tendo aumento no preço dos insumos (latas e açúcares), teve que proporcionar um acréscimo de quase 50% no preço do pêssego pago ao produtor, para não causar desmotivação frente à quebra da safra já estimada em 25%. A fruta tipo 1 vai ser recebida na indústria com base de R$ 1,50 o quilo e R$ 1,20 o tipo 2, contra R$ 1,00 e R$ 0,80 respectivamente no ano passado.
Em consequência, Paulo já estima que a lata chegue aos atacadistas a R$ 4,70 em média e com mais 70% sobre este preço ao consumidor. Mesmo assim ele relata ser um preço menor do que se o produto fosse trazido de fora do país.
No campo

Para os produtores a situação é também complicada, mas se mostra com chances de recuperação. Apesar das cultivares precoces terem sido afetadas pela podridão e os machucados, as mais tardias, que representam maior volume na safra, devem apresentar menos danos.
“Nós nunca tivemos uma situação como essa, teve falta de frio no inverno, excesso de calor na floração, granizo e muitos dias chovendo”, relata Marcos Schiller, presidente da Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas (APPRP).
“Também pensamos na safra futura, no que gastamos nessa, no que perdemos e no que não vamos ter pra investir na próxima, em função da quebra”, estima Schiller. Ele conta que os ramos novos de cada árvore precisam se manter firmes para garantir os frutos do ano que vem. “Até que por tudo o que o pêssego passou, ainda vamos ter uma boa safra, com as variedades médias e tardias”, completa. Isso, se não chover granizo novamente.
O próximo passo agora é continuar lutando para conquistar as antigas demandas. Os primeiros pêssegos já estão sendo colhidos e necessitam de boa estrutura para escoamento.
Estradas. A boa condição das estradas no meio rural é fundamental para garantir a qualidade da fruta que vai chegar ao consumidor.

Frente à forte necessidade de manutenção das estradas, segundo os produtores, o grupo saiu na frente e se reuniu para arrumar parte das vias de escoamento. “Já tivemos muito prejuízo pelo clima e se tivermos nas estradas a produção será inviável”, alerta o também produtor Marcos Schiller.
 (Jornal Diário Popular /Cássia Medronha – Pelotas)