quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Lentilha supera espumante como "o produto que não pode faltar no Ano-Novo"



LENTILHA SUPERA ESPUMANTE COMO
 "O PRODUTO QUE NÃO PODE FALTAR NO ANO-NOVO"

Quando o assunto é a aquisição de alimentos e de bebidas para as festas, os supermercados assumem a liderança disparada da preferência dos gaúchos. A pesquisa do Instituto Methodus mostra que 93,7% dos consumidores pretendem compras produtos para as ceias de Natal e Ano-Novo nas lojas do segmento. Em uma questão de múltipla escolha, os entrevistados foram convidados a marcar os itens que irão certamente adquirir nas festas de fim de ano em supermercados. O grande líder de procura deverá ser o refrigerante.

Questionados sobre o que não pode faltar nas festas de fim de ano, os consumidores apontaram para diferentes produtos em cada celebração. O item mais lembrado do Natal segue sendo o peru, mas no Réveillon a lentilha superou, pela primeira vez, o espumante como item indispensável para os gaúchos:

O dado do estudo mais comemorado pelo presidente da Agas mostra que 96,6% dos gaúchos consideram possível a hipótese de comprarem tudo o que precisam para o Natal e o Ano-Novo somente nos supermercados, incluindo presentes e produtos para as festas. "Este será um Réveillon de comemorações com a família. A lei seca e a retração no poder de compra oportunizará mais festas em casa", prevê Longo. Além disso, o presidente estima que o aumento do endividamento e do desemprego, bem como os crescentes gastos com energia elétrica, combustíveis e inflação, acarretarão em menos viagens neste fim de ano. "O consumidor quer comemorar, mas está com os pés no chão e mais atento do que nunca. A oportunidade de perceber diariamente as mudanças nos anseios dos clientes é uma das razões pelas quais os supermercados vêm sendo menos afetados pela crise do que outros setores do varejo", observa Longo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

CONCURSO CULTURAL SUA FOTO NA REVISTA LAVOURA ARROZEIRA


CONCURSO CULTURAL

SUA FOTO NA REVISTA


LAVOURA

ARROZEIRA


QUEM PODE PARTICIPAR? Podem participar todos os interessados em divulgar as suas fotos na Revista Lavoura Arrozeira, independente de sua nacionalidade, que não sejam funcionários ou vinculados ao Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). 

REQUISITOS: Para participar, os interessados podem enviar até cinco fotos que retratem o dia a dia, a paisagem e as peculiaridades da Lavoura de Arroz. Deverão enviar as fotos para o email revista@irga.rs.gov.br até o dia 19 de novembro de 2015 nos formatos: JPEG, TIFF ou RAW, com no máximo 2.400x1.800 pixels e um 1MB de tamanho, além de resolução de 300 dpi. No email, além das fotos, o candidato deve colocar no corpo do email as seguintes informações: nome completo, data de nascimento, RG, endereço e telefone. Todas aquelas fotografias que não cumpram este requisito poderão ser recusadas pela organização. Para serem aceitas, as fotos não poderão conter imagens de nudez, violência ou gestos obscenos ou contrários à moral; bem como não poderão mostrar palavras de baixo calão, palavrões ou ofensas ao nome ou moral de qualquer pessoa. Igualmente, a imagem que demonstrar qualquer tipo de discriminação por conta de raça, cor, sexo, nacionalidade ou origem étnica, será desclassificada pela comissão de avaliação. As imagens que envolverem a exposição de pessoas, que não o participante, pressupõe que o participante providenciou a licença de uso por parte destes, não sendo do Irga a responsabilidade pelo uso destas imagens. O Irga poderá, a qualquer tempo, excluir do Concurso as fotos de pessoas públicas, sendo de responsabilidade do participante quaisquer consequências pelo uso indevido da imagem e demais combinações legais. Os participantes deverão autorizar a publicação das fotos selecionadas nas mídias do Irga, tais como: Revista Lavoura Arrozeira, site, mídias sociais, materiais impressos, etc. 

VOTAÇÃO: A escolha das melhores fotos se dará por meio de votação popular no Facebook institucional do Irga. As quatro fotos mais “curtidas”, serão as escolhidas, as quais serão avaliadas pela Comissão Julgadora, de acordo com os critérios estabelecidos neste Regulamento. 

CALENDÁRIO: O período de votações das obras começará às 14h, de 20 de novembro de 2015, e terminará no dia 27 de novembro de 2015, às 12h. A notificação das fotos selecionadas para a publicação na Revista Lavoura Arrozeira será feita no dia 27 de novembro de 2015, até às 17h30min. A Organização comunicará através de sua página na rede social, www.facebook.com/IrgaRS o nome dos ganhadores e entrará em contato pelo email: revista@irga.rs.gov.br.

AFTOSA : 98%DO REBANHO GAÚCHO JÁ FOI VACINADO


AFTOSA : 98%DO REBANHO

GAÚCHO JÁ FOI VACINADO

DURANTE O MÊS DE MAIO OCORREU À PRIMEIRA ETAPA DA VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA DE 2015, QUE TEVE COMO OBJETIVO IMUNIZAR 90% DOS BOVÍDEOS DO ESTADO. FORAM DECLARADAS PELOS PRODUTORES A VACINAÇÃO DE MAIS DE 13,7 MILHÕES DE ANIMAIS, REPRESENTANDO CERCA DE 98,67% DO REBANHO GAÚCHO.

Ao longo do período de imunização, servidores da Seap realizaram atividades para fiscalizar a vacinação em 12 mil estabelecimentos rurais, com um total de 532 mil animais, visando garantir a correta aplicação da vacina e, consequentemente, sua eficácia. Também foram realizadas 2355 fiscalizações nos mais de 400 estabelecimentos que comercializam a vacina contra a febre aftosa para verificação das condições de armazenamento do produto.
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul beneficiou 213 mil produtores rurais enquadrados nos critérios do Pronaf ou do Pecfam com a doação de vacinas, que representaram 62% da categoria e 2,3 milhões de animais.
Os dados do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seap) demonstram a preocupação dos produtores gaúchos em cumprir a determinação do Serviço Veterinário Oficial que exige a comprovação da vacinação dentro de prazos e condições estabelecidos em legislação.

(Diário da Manhã – Pelotas)

IRGA REALIZA LEVANTAMENTO DE PERDAS POR CAUSA DAS CHUVAS



IRGA REALIZA LEVANTAMENTO

DE PERDAS POR CAUSA DAS CHUVAS


A lavoura arrozeira gaúcha, que se encontra em plena época de semeadura na safra 2015/2016, já sente os efeitos das chuvas registradas nas últimas semanas em todo o Estado. Dos 286.986 hectares semeados até a última sexta-feira (23), 18.308 hectares ou 6,4%  foram atingidos pelas enchentes, com um replantio de 1.365 hectares ou 0,48% da área. De acordo com o Departamento Técnico do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), o restante da área atingida ainda está sob observação para avaliar a necessidade de replantio.
Nas últimas três semanas, a evolução da semeadura reduziu drasticamente em todas as regiões arrozeiras. De acordo com o último levantamento realizado pelo Departamento de Política Setorial do Irga, em 23 de outubro, a área semeada é de 286.986 hectares, 26,5% da área estimada.  As regiões que estão com o plantio mais atrasado são as Planícies Costeira Externa (PCE) e Interna (PCI) e a Depressão Central, que apresentam respectivamente 9,59%, 14,51% e 10,49% da área pretendida plantada. Pela média da evolução da semeadura dos últimos cinco anos, nesta mesma época, 46% da área já deveria estar semeada.
Na safra 2015/2016, os produtores gaúchos declararam uma intenção de plantio de 1.083.638 hectares. Eles têm ainda até o dia 10 de novembro para a implantação de sua lavoura, no período de semeadura considerado ideal pela pesquisa.  Entre os efeitos que devem ser sentidos pelos produtores em conseqüência das chuvas, o Departamento Técnico destaca o atraso na semeadura, perdas de áreas já plantadas e aumento de custos.
Da área que estava preparada e pronta para ser semeada foram atingidos 136.824 hectares. Nestas áreas, o produtor terá que arcar com as despesas para a sua recuperação, com um novo preparo e de remontagem das taipas. Além disso, deve enfrentar dificuldades com os tratos culturais nas áreas já semeadas. É importante destacar ainda, que em várias propriedades ocorreram ventos fortes e chuva de granizo, que danificaram telhados de casas e instalações rurais.

(Luciara Schneid IRGA)

EMBAIXADORA DE CUBA VISITA FARSUL


EMBAIXADORA DE CUBA VISITA FARSUL

A Farsul recebeu, nesta quinta-feira (29/10), a visita da embaixadora de Cuba no Brasil, Marielena Ruiz Capote, acompanhada pela consulesa Geral de Cuba no Brasil, Nelida Hernández Carmona, e do consul para Assuntos Comerciais de Cuba, Rene Capote Forzate. O encontro serviu para falar sobre novas oportunidades de mercado para o arroz e outros produtos neste momento em que Cuba começa a abrir as suas portas para a economia mundial e retomar as relações comerciais com os Estados Unidos. Também estavam presentes o secretário do Produtor Rural e Cooperativismo, Caio Rocha, diretores e assessores do Sistema Farsul e representantes da Federarroz, Fearroz, Irga, Abiarroz e Apex .


Cuba é hoje o principal importador de arroz do Brasil. Em 2014, adquiriu 104 mil toneladas do cereal, o equivalente a US$ 57 milhões, um volume expressivo comparado às 877 mil toneladas exportadas em todo o ano passado. Marielena afirmou que o país seguirá comprando o grão das agroindústrias brasileiras e que, ao mesmo tempo, conta com a parceria de conhecimento técnico e pesquisas para produção interna de alimentos. 

A embaixadora destacou o relacionamento de longa data entre Cuba e Rio Grande do Sul e a sua pretensão de fazer a representação do país mais presente no Estado. “O principal motivo de nossa visita é reafirmar a vontade de aproveitar as possibilidades e aprofundar o relacionamento comercial com o Rio Grande do Sul. Temos perspectivas de incremento no volume de compras de alimentos para abastecer o mercado interno e o turismo”, afirmou. 

Em relação a perspectiva de uma melhoria do relacionamento com EUA, ela explicou que o processo de normalização das relações será longo para superar os bloqueios econômico, comercial e financeiro e que em nada interferirá nas relações comerciais com outros países. “É importante seguirmos diversificando nossos parceiros estratégicos. No caso do Brasil, somos bons amigos, nunca vamos esquecer o apoio e a solidariedade do Brasil conosco. No caso específico do arroz, o país nunca deixou de nos abastecer”, afirmou. 

O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, sugeriu que as relações com Cuba no Brasil também podem ser intensificadas a partir de encontros em Brasília. “Quanto mais vocês nos conhecerem, mais terão confiança em nosso trabalho. Temos uma gama de produtos agrícolas e animais que podem ser interessantes para o País”, afirmou. O presidente aproveitou a oportunidade para também falar da pecuária gaúcha e a sua vocação de produzir carne de qualidade que também atende ao mercado de São Paulo. 

Durante a reunião, Marielena assistiu, atenta, a uma apresentação sobre o agronegócio do Estado e fez uma série de perguntas sobre pastagens, clima, competitividade, entre outras. “Foi uma oportunidade importante para debater temas de interesse dos países, uma vez que são os próprios representantes do governo os clientes que decidem e fazem as compras. Tivemos a oportunidade de falar sobre nossa produção e qualidade das lavouras e de fazer uma conversa envolvendo entidades que representam muito bem o setor,” afirmou Francisco Schardong, diretor da Federação, presidente da Câmara Setorial Nacional do Arroz do Ministério da Agricultura e presidente da Comissão do Arroz da Farsul.

(Site da Farsul)