sexta-feira, 30 de outubro de 2015

VETERINÁRIOS GAÚCHOS COMPARTILHAM EXPERIÊNCIAS EM PORTUGAL E NA ROMÊNIA .




VETERINÁRIOS GAÚCHOS COMPARTILHAM 

EXPERIÊNCIAS  EM PORTUGAL E NA  ROMÊNIA . 

Os médicos veterinários Norma Centeno Rodrigues  e Luiz Alberto Ribeiro embarcam no dia 24 de outubro para Portugal  onde ao longo de três dias visitarão criações de ovinos e caprinos  mantendo encontro com profissionais da área daquele país. No dia 29 seguem para o Romênia onde também irão abordar temas ligados à sanidade ovina. Eles viajam a convite da Zoetis, que atua em aproximadamente 70 países, atuando em animais de produção e companhia. O objetivo é a transferência de conhecimento por parte dos dois profissionais brasileiros.
Além de criadores, Luiz Alberto atuou como professor da disciplina de Medicina de Ovinos da UFRGS, enquanto Norma exerceu suas atividades no Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamos, IPVDF, da FEPAGRO, na área de Patologia Animal. Ambos têm inúmeros trabalhos publicados na área de saúde animal, com doutorado também na área. É dele a autoria do livro Medicina de Ovinos, publicado em 2011.
Os profissionais brasileiros levarão para Portugal a sua experiência na prevenção e diagnostico de doenças que afetam os ovinos. Em Portugal, segundo o veterinário responsável pela área de ruminantes da Zoetis, Miguel Matos,  o tema de Bem-Estar animal a ser  abordado por Norma não é frequente e irá suscitar grande interesse nos veterinários locais. Inclusive pela ponte tão pragmática que enfatiza, entre os princípios do comportamento e a condução dos animais, o manejo e a doença, disse ele. A primeira parte da viagem será dedicada a visitas de várias explorações de pequenos ruminantes que pertencem a produtores. O foco será em  engordas intensivas de cordeiros. E ainda uma exploração de aptidão leiteira, de ovinos ou de caprinos.
Nestas visitas contribuirão com as suas experiências repassando e partilhando dicas para ajudarem os criadores a melhorarem o manejo, a saúde e a produção dos animais.
Na tarde do dia 27 de outubro a agenda assinala uma reunião com veterinários de uma região de criação extensiva de ovinos e caprinos. Essa região chama-se Campo Branco e localiza-se no interior do Sul de Portugal. Nessa reunião o Prof. Ribeiro fará uma apresentação sobre a sua experiência em medicina de rebanho de ovelhas e cabras, em extensivo. Já a veterinária Norma fará uma palestra sobre a relação manejo e bem-estar nestas espécies.
Na Romênia, os veterinários gaúchos irão visitar, no primeiro dia, criadores nas cercanias de Bucareste. E no dia 30, haverá um Seminário com a presença das associações de criadores de ovinos mais representativas daquele país. Na oportunidade as palestras serão sobre manejo, sanidade e bem-estar na ovinocultura. 

ANA SMIDT

REG PROF 4343

COLHEDORA DE CANA CASE IH GANHA PRÊMIO NACIONAL


COLHEDORA DE CANA

CASE IH GANHA PRÊMIO NACIONAL

A Case IH é a vencedora do Top List Rural 2015, pesquisa realizada pela Revista Rural, na categoria “Colhedora de Cana”. O prêmio, criado em 2001, elege por meio de votação as marcas e produtos que os agricultores mais admiram e confiam. A lista completa dos ganhadores será publicada na edição de novembro da revista.
Essa é a oitava vez consecutiva que a Case IH está no Top List da Revista Rural, recebendo o reconhecimento público pela qualidade das máquinas e implementos agrícolas que fabrica. “A pesquisa é feita com produtores rurais em todo o país e o resultado confirma o objetivo da marca, estar presente no dia a dia deles com soluções que oferecem mais produtividade no campo”, afirma Christian Gonzalez, diretor de Marketing da Case IH para a América Latina.   
Sobre a Case IH


A Case IH coloca a tecnologia ao alcance do homem do campo, oferecendo um sistema completo de produtos e serviços capazes de preparar o produtor rural para os desafios do seu dia a dia. Entre as soluções oferecidas pela marca, estão as colheitadeiras de grãos Axial-Flow, colhedoras de cana, café e algodão, além de tratores de todas as potências, pulverizadores autopropelidos e plantadeiras. Produtos que fazem da marca a melhor opção do plantio à colheita. Case IH é uma marca da CNH industrial.
A ABHB está disponibilizando uma grande oferta de sêmen com descontos especiais! 
Entre em contato e não perca essa oportunidade! 
(53) 3242-1332 / (53) 9900-6508


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

COLHEITA DO PÊSSEGO EM PELOTAS SAFRA 2015/2016




PRIMEIROS PÊSSEGOS 

SERÃO SÓ PARA A INDÚSTRIA


Castigadas pelas condições climáticas, frutas não têm aparência nem sabor para in natura
A indústria de doces começa a processar as primeiras colheitas da safra de pêssegos 2015/2016. O que está sendo colhido agora só deverá ser aproveitado para conservas em calda. Isso porque a falta de frio durante o inverno antecipou a colheita em 15 dias e o granizo machucou os frutos, prejudicando a aparência para venda in natura.
Além disso, o longo período de chuvas e nebulosidade no início da primavera não deu condições da fruta alcançar coloração e sabor agradáveis, que são proporcionados pelo sol.
Para a indústria de doces e conservas esse começo de safra é um dos piores dos últimos dez anos. Nesse período, se caminhou com o objetivo de conquistar a confiança do mercado interno com melhoria da qualidade dos doces, que representam mais de 90% do abastecimento nacional.
Agora as cultivares mais precoces, como exemplo a Bonão, estão com muitos machucados causados pela chuva de granizo do início de setembro. Cerca de 11% dos pomares da principal região produtora foram atingidos.
Os frutos que estão maduros, quando descascados e partidos, mostram aproveitamento de apenas 35% da fruta, tirando os pedaços com feridas e danos. Na fábrica Crochemore, no 7º Distrito, as atividades iniciaram nesta sexta-feira e a expectativa é de que estes primeiros frutos só sejam aproveitados para conservas em fatias ou doces como pessegada e schmier.
“Temos que pensar no futuro, são muitos anos (150) que construímos essa história ligada ao município de Pelotas, não podemos esmorecer a relação do produtor com a indústria”, ressalta o presidente do Sindicato da Indústria de Doces e Conservas Alimentícias de Pelotas (Sindocopel), Paulo Crochemore.
A indústria se diz passar por uma ano de aperto. Mesmo tendo aumento no preço dos insumos (latas e açúcares), teve que proporcionar um acréscimo de quase 50% no preço do pêssego pago ao produtor, para não causar desmotivação frente à quebra da safra já estimada em 25%. A fruta tipo 1 vai ser recebida na indústria com base de R$ 1,50 o quilo e R$ 1,20 o tipo 2, contra R$ 1,00 e R$ 0,80 respectivamente no ano passado.
Em consequência, Paulo já estima que a lata chegue aos atacadistas a R$ 4,70 em média e com mais 70% sobre este preço ao consumidor. Mesmo assim ele relata ser um preço menor do que se o produto fosse trazido de fora do país.
No campo

Para os produtores a situação é também complicada, mas se mostra com chances de recuperação. Apesar das cultivares precoces terem sido afetadas pela podridão e os machucados, as mais tardias, que representam maior volume na safra, devem apresentar menos danos.
“Nós nunca tivemos uma situação como essa, teve falta de frio no inverno, excesso de calor na floração, granizo e muitos dias chovendo”, relata Marcos Schiller, presidente da Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas (APPRP).
“Também pensamos na safra futura, no que gastamos nessa, no que perdemos e no que não vamos ter pra investir na próxima, em função da quebra”, estima Schiller. Ele conta que os ramos novos de cada árvore precisam se manter firmes para garantir os frutos do ano que vem. “Até que por tudo o que o pêssego passou, ainda vamos ter uma boa safra, com as variedades médias e tardias”, completa. Isso, se não chover granizo novamente.
O próximo passo agora é continuar lutando para conquistar as antigas demandas. Os primeiros pêssegos já estão sendo colhidos e necessitam de boa estrutura para escoamento.
Estradas. A boa condição das estradas no meio rural é fundamental para garantir a qualidade da fruta que vai chegar ao consumidor.

Frente à forte necessidade de manutenção das estradas, segundo os produtores, o grupo saiu na frente e se reuniu para arrumar parte das vias de escoamento. “Já tivemos muito prejuízo pelo clima e se tivermos nas estradas a produção será inviável”, alerta o também produtor Marcos Schiller.
 (Jornal Diário Popular /Cássia Medronha – Pelotas)

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

CRIADOR DE ANIMAIS OU PLANTAS (AQUICULTOR) QUER MESMO BENEFÍCIO FISCAL DOS BOVINOS





CRIADOR DE ANIMAIS OU PLANTAS (AQUICULTOR)
QUER MESMO BENEFÍCIO FISCAL DOS BOVINOS

A ração representa hoje entre 60% e 80% do custo efetivo do produtor, variando de acordo com a espécie, o manejo e o sistema de produção adotado, segundo dados levantados, em 2015, pelo Campo Futuro - Projeto da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) que levanta informações sobre valores de produção, em diversas cadeias produtivas. Com base nesses dados, a Comissão Nacional de Aquicultura da CNA atua pela isonomia na tributação entre as cadeias produtivas de proteínas animais e atender uma das principais demandas do setor aquícola, em 2015.
De acordo com a assessora técnica de Aquicultura e Pesca da CNA, Lilian Figueiredo, atualmente, existe grande disparidade tributária no pagamento da contribuição para o PIS e Cofins incidente entre os segmentos de produção de carnes no Brasil (bovinos, caprinos, ovinos, aves, suínos e pescado), gerando distorções e assimetrias entre as diversas cadeias produtivas. “Hoje, há suspensão da cobrança dos tributos nas operações de venda de cereais (trigo, centeio, milho, soja, cevada, aveia, sorgo) para pessoa jurídica produtora de rações destinadas à alimentação de aves e suínos”.

A assessora acrescenta que, no sentido de equiparar as cadeias, está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 5872/2013 que concede os mesmos benefícios fiscais à ração para o aquicultor aos já outorgados a bovinocultores e avicultores, determinando a suspensão da cobrança de PIS e Cofins sobre as rações para peixes e os insumos destinados às suas preparações.
Programa de Integração Social (PIS) é uma contribuição tributária de caráter social, com a finalidade de financiar o pagamento de seguro-desemprego e abono salarial para trabalhadores do setor privado. Já a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) é uma contribuição incidente sobre a receita bruta das empresas destinada a financiar a seguridade social.
( Fonte - Assessoria de Comunicação CNA)




NOTA TÉCNICA SOBRE MORMO NO RS



NOTA TÉCNICA SOBRE MORMO NO RS

Nota Técnica 09/2015 – 22/10/2015
Defesa Sanitária Animal/DDA/SEAPI

Assunto: Ocorrência de Mormo no Estado do Rio Grande do Sul

  Além do foco inicial de Rolante (com 01 equino positivo em WB) outros 11 focos de mormo foram identificados no Estado do Rio Grande do Sul, num total de 15 equinos com diagnóstico positivo no teste de maleína, reconhecido como diagnóstico conclusivo e definitivo para esta enfermidade pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) e na IN 24/2004 que aprova as normas para controle e erradicação do mormo, conforme relação abaixo:

·         Uruguaiana: 01 foco com 01 equino positivo. Animal está isolado e o sacrifício aguarda resolução sobre a notificação recebida de intimação de liminar concedida. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Alegrete: 01 foco com 01 equino positivo. Animal está isolado e o sacrifício aguarda resolução sobre a notificação recebida de intimação de liminar concedida. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Santo Antônio das Missões: 01 foco com 05 equinos positivos. Todos foram sacrificados no dia 24/09/15. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         São Jorge: 01 foco com 01 equino positivo. Animal positivo foi sacrificado em 25/09/15. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Cruz Alta: 01 foco com 01 equino positivo. Animal positivo foi sacrificado no dia 25/09/15. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Boa Vista do Cadeado: 01 foco com 01 equino positivo. Animal positivo foi sacrificado no dia 28/09/15. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Rolante: 01 foco com 01 equino positivo. Animal positivo foi sacrificado no dia 25/09/15. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Nova Ramada: 01 foco com 01 equino positivo. Animal positivo foi sacrificado no dia 29/09/15. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Pelotas: 01 foco com 01 equino positivo. Animal está isolado e o sacrifício aguarda resolução sobre a notificação recebida de intimação de liminar concedida. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Camaquã: 01 foco com 01 equino positivo. Animal positivo foi sacrificado no dia 08/10/2015. Propriedade está interditada e em saneamento.
·         Três de Maio: 01 foco com 01 equino positivo. Animal está isolado e o sacrifício aguarda resolução sobre a notificação recebida de intimação de liminar concedida. Propriedade está interditada e em saneamento.
            Desde a primeira ocorrência no mês de junho do corrente ano até a presente data, ao todo 21 suspeitas já foram descartadas. Além dos focos descritos acima, outras 14 propriedades estão sob investigação, aguardando provas confirmatórias. 


(Fonte- SEAPI)

COLHEITA DO TRIGO AVANÇA E ATINGE 20% DA ÁREA NO RIO GRANDE DO SUL



COLHEITA DO TRIGO AVANÇA E ATINGE 20%
DA ÁREA NO RIO GRANDE DO SUL

Lavouras colhidas apresentam baixa produtividade e a qualidade também deixa a desejar, levando os produtores a entregar o grão como triguilho
A colheita das lavouras gaúchas de trigo avançou 15 pontos percentuais nesta semana e atingiu 20% da área cultivada, estimada em 913 mil hectares pelo serviço oficial de extensão rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS). Segundo os técnicos da instituição, os levantamentos mostram que 42% do trigo no campo estão maduros e prontos para a colheita.
Eles observam que devido ao excesso de chuvas, que ocorreu durante todo o período de desenvolvimento da cultura, as lavouras colhidas apresentam baixa produtividade e a qualidade do grão deixa muito a desejar.
Os técnicos comentam que o pH (peso hectolitro) não atinge o patamar necessário para ser classificado como trigo. “Em muitos casos, os agricultores estão entregando o produto como triguilho.” As produtividades oscilam entre 1.800 kg/ha e 2.000 kg/ha, abaixo da expectativa inicial de 2.400 kg/ha.


(Fonte: Globo Rural)